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  • Número de brasileiros com acesso a internet chega a 79,9 milhões

    16

    Mai
    16/05/2012 às 16h49

    Total de pessoas conectadas à rede cresceu 8% em relação ao ano anterior

    Total de pessoas conectadas à rede cresceu 8% em relação ao ano anterior

    O número total de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente sejam eles: domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais, atingiu 79,9 milhões no quarto trimestre de 2011, segundo o IBOPE Nielsen Online. O crescimento foi de 2% sobre o trimestre anterior, de 8% sobre o mesmo período de 2010 e de 19% em relação a 2009. Os ambientes casa e trabalho foram os principais responsáveis pela expansão do total de internautas no Brasil em 2011.

    O uso da internet em casa ou no local de trabalho se manteve em crescimento em 2012. No primeiro trimestre, o acesso em casa ou no trabalho atingiu 66 milhões de pessoas. Dessas pessoas com acesso, 48,7 milhões foram usuários ativos em fevereiro, o que significou um crescimento de 2,5% sobre o mês de janeiro, de 18% sobre os 41,4 milhões de fevereiro de 2011 e de 33% sobre 36,7 milhões de fevereiro de 2010.

    Considerando somente o acesso em casa, o total de pessoas que moram em residências em que há a presença de computador com internet chegou a 62,6 milhões. Dessas pessoas com acesso domiciliar, 39,7 milhões foram usuários ativos em fevereiro de 2012. O crescimento foi de 18% sobre os 33,7 milhões de fevereiro de 2011 e de 40% sobre os 28,6 milhões de fevereiro de 2010.

    O maior uso da internet em casa vem sendo motivado pela expansão do número de pessoas com mais banda larga. Em dois anos, a quantidade de usuários ativos com mais de 2 Mb cresceu mais de 300% no Brasil, segundo a metodologia de aferição de velocidade de conexão utilizada pela Nielsen em oito países.

    As categorias com maior crescimento mensal do número de usuários únicos em fevereiro foram Informações Corporativas, com crescimento de 3,3%, e Educação e Carreiras, com evolução de 3,1%. Em Educação e Carreiras, cresceu o uso de sites de empregos e, principalmente, a procura por sites de pesquisa escolar.

    Fonte:IBOPE (http://migre.me/96Fjv)

     

  • Um em cada três jovens considera internet tão importante quanto comida, ar e água

    11

    Nov
    11/11/2011 às 14h35

    jo

    Um desafio: tente conversar com um jovem por um longo período de tempo sem que ele tente se conectar na internet usando o celular ou qualquer outro gadget. De acordo com a Cisco System, isso é praticamente impossível.

    Em uma pesquisa divulgada pela empresa em setembro, o resultado foi impressionante: um em cada três estudantes ou jovens profissionais (entre 18 e 30 anos) considera a internet tão crucial quanto os elementos básicos à vida ar, água e comida.

    Para ser mais exato, 55% dos 1.400 estudantes (entre 18 e 23 anos) e 62 % de 1.400 jovens já empregados (de 24 a 30 anos) entrevistados declararam que não conseguiriam viver sem internet e a classificaram como parte de suas vidas.

    Em outra questão 40% dos estudantes disseram que a internet é mais importante que carros, namoro ou festas. Entre os que já trabalham, o número ficou em 27%.

    Jornal em baixa: enquanto mais da metade das duas categorias julga tablets e smartphones como itens de tecnologia mais importante em suas vidas, apenas 4% do total de jovens disseram ler jornais (físicos, de papel).

    Fonte: uol tecnologia (http://migre.me/683Fo)

  • Empresas aderem à Internet para atingir o consumidor, cada vez mais participativo

    28

    Out
    28/10/2011 às 17h17

    Internet muda o hábito de consumo dos usuários

    O mercado virtual originou muitas mudanças no marketing e na comunicação. Prova disso é que pouco tempo atrás era mais fácil atingir e influenciar o consumidor, enquanto esta comunicação começou a ser muito segmentada. O domínio das mídias tradicionais era mais eficaz e hoje são milhares de canais de comunicação.

    O cenário para as empresas mudou e é cada vez menos comum os canais tradicionais obterem a maior parte dos investimentos de mídia de um anunciante. “Hoje as empresas buscam o melhor canal e caminho para atingir o consumidor”, aponta Flavio Salles, sócio-diretor da Sun-MRM.

    O executivo ressalta a mudança no comportamento das lojas em relação ao domínio das mídias por parte de usuários, que hoje podem comprar produtos em lojas que ficam abertas 24h. Para eles não existe mais o horário nobre já que estão em constante movimento e não são mais espectadores passivos como antes. Hoje eles querem saber mais, interagir e participar. Esta, aliás, é a palavra-chave. Participação. “Ele quer dialogar seja pela Internet ou por outros meios. Há uma mudança radical do mundo convencional”, afirma Salles.

    É cada vez mais comum ver as empresas transformando seus átomos em bits. No ano passado, pela primeira vez a Internet ultrapassou as vendas tradicionais de reservas para viagens nos Estados Unidos. Outro dado sobre o avanço da Internet como mídia e como canal de vendas é que no Reino Unido o setor de seguros obteve 39% de compras pela web. Neste mesmo país, os investimentos em mídias on-line neste ano serão superiores que na TV, já que a audiência virtual é maior que na tradicional televisão naquele país.

    Talvez a música seja o mercado que teve mais transformações com a chegada da Internet. De acordo com Flavio Salles há uma demora na reinvenção do setor, mas é fato que cresce de forma alucinante a troca de arquivos na Intermet. A mais inovadora ação de uma banda a favor da Internet foi feita recentemente pelo RadioHead. A banda lançou um álbum através do site onde o usuário contribuía com a quantia que ele achasse pertinente. “Ao todo foram 1,2 milhão de álbuns vendidos ao preço medio de U$ 8,00”, diz Salles.

     

  • TI no Brasil crescerá 13% até o fim de 2011

    14

    Out
    14/10/2011 às 16h08

    TI

    O Brasil é hoje o 8º maior mercado de TI do mundo, com mais de 37 bilhões de dólares e deve crescer, até o final deste ano, cerca de 13%, atingindo a cifra de mais de 42 bilhões de dólares, segundo um estudo feito pela IDC (International Data Corporation).

    O mercado mundial de TI deve encerrar o ano de 2011 com mais de 1 trilhão de dólares, um crescimento de 7,5% em relação a 2010.

    Além do Brasil, outros países devem crescer em um curto período, especialmente Rússia, Índia e China. Os estudos do IDC mostram que a China pode registrar um aumento de aproximadamente 21% no segmento de TI em 2011, seguida pela Rússia, que deve crescer 20% no período. Já a Índia apresentará um desenvolvimento de aproximadamente 11% no setor.

    A estimativa da IDC é de que o mercado de infraestrutura mundial cresça 2,7% em 2011 em comparação ao ano anterior.

    A análise considerou os mercados de serviços de implementação, suporte e gerenciamento de operações, softwares de infraestrutura, servidores, storage e equipamentos de rede. O Brasil detém 1,9% do cenário mundial de infraestrutura e deve crescer 7% neste ano, alcançando 13.5 bilhões de dólares.

    A principal mudança no cenário de infraestrutura está relacionada à chamada “terceira onda de tecnologia”, influenciada especialmente pela mobilidade. Estudos da IDC mostram que em 2015 o Brasil venderá mais smartphones do que telefones convencionais.

    Além disso, a mobilidade também impulsiona o mercado de cloud computing e a consumerização. De acordo com os dados da IDC, 74% das empresas fornecem aos funcionários o acesso remoto a uma ou mais aplicações corporativas por meio da internet.

    Os dados indicam que em 2020 o mundo terá 2,6 bilhões de telefones móveis e 25 bilhões de dispositivos que facilitarão o dia a dia das pessoas. De acordo com a IDC, dentro de cinco anos, os smartphones serão responsáveis por 50 bilhões de dólares e os tablets por 12.7 bilhões de dólares.

     

    Fonte: Exame Info (http://migre.me/5Vs4Q)

  • Geração Z: quem são os consumidores do futuro?

    04

    Out
    04/10/2011 às 16h15

    Geração Y

    Muito já se falou sobre a Geração Y. Agora chegou a vez da Z (chamados Gen-Z). Formado por crianças e adolescentes – futuros consumidores – esse grupo já desenha algumas tendências que devem despertar a atenção do mercado. Mantendo algumas características dos jovens da Y, a Z aparece cada vez mais preocupada com a sustentabilidade e disposta a não pagar por produtos e serviços que podem ser encontrados gratuitamente na internet.

    O conceito de gerações, antes muito utilizado pela área de recursos humanos, ganha importância também no mercado. Mesmo não sendo possível rotular pessoas apenas de acordo com a sua faixa etária, a definição pode facilitar o conhecimento e o desenvolvimento da estratégia das empresas. Semelhantes à Y, a Geração Z também é inquieta, menos fiel às marcas e acostumada a fazer tarefas múltiplas. A diferença, no entanto, é que a nova geração tem todas as características de forma mais acentuada, pois se desenvolveu junto com os avanços tecnológicos mais recentes.

    “A Geração Z já nasceu com o joystick, o controle remoto e o celular no berço, enquanto a Y viu isso acontecer. Se a Y quer as coisas rápidas, a Z muito mais, ela não sabe o que é o mundo sem tecnologia”, aponta Paulo Carramenha. Diretor Presidente da GFK CR Brasil.

    Em relação à idade, a Geração Y é formada por jovens de 20 a 30 anos e a Z por crianças e adolescentes de até 17 anos, enquanto a X é composta por adultos de 30 a 45 anos. Em sua maioria, a X nasceu após acontecimentos como a chegada do homem à lua e viu surgir o videocassete e o computador pessoal, mas passou por um momento de instabilidade financeira, o que não aconteceu com os jovens da Y, muito mais inseridos no mercado de consumo.

    A Y, além de ter se desenvolvido numa época de prosperidade econômica, também testemunhou grandes avanços tecnológicos, como a internet, o que fez com que crescessem estimulados por atividades e realizando tarefas múltiplas. As características, entretanto, não são suficientes para definir um grupo de pessoas, que sofrem diversas influências sociais, culturais e econômicas que acabam por refletir no comportamento.

    Entender as diferenças entre as gerações ajuda na construção da estratégia das empresas, mas não se pode deixar de lado o perfil de cada consumidor. “O mais importante é perceber que, independentemente de idade e geração, os consumidores são pessoas. As marcas se relacionam com seres humanos”, aponta Carramenha.

     

    Fonte: www.mundomarketing.com.br

     

  • E-commerce ao alcance das pequenas empresas

    21

    Set
    21/09/2011 às 16h05

     

    e-commerce

    Opção de custo baixo para artistas e pequenos empresários: montar uma lojinha virtual em um portal de vendas online e ultrapassar os limites geográficos para suas vendas.

    O bacana disso é que a própria pessoa não precisa ser designer para fazer seu “site loja”. Você mesmo personaliza a sua página, tem contato direto com cliente e tem um sistema administrativo para gerenciar seu negócio. É sem dúvidas uma opção para quem quer expandir suas vendas e não tem dinheiro para investir em um site. A ideia rola solta fora do país, mas o modelo está começando a entrar com tudo em terras tupiniquins. Veja o exemplo do Megafashion em http://www.megafashion.com.br

    No Brasil, o sucesso de projetos de compra e venda online se deve principalmente ao novo comportamento do internauta. Segundo um estudo encomendado pela Visa e conduzido pela AmericaEconomia Intelligence, os mercados mais maduros para o e-Commerce na America Latina são o Brasil e o Chile.

    O comércio virtual brasileiro cresceu mais que na América Latina, com um aumento de 170% no país, entre 2007 e 2009, o equivalente a US$ 13,23 bilhões, registrando um faturamento de US$ 21,8 bilhões. Na participação de mercado da América Latina, o Brasil é o principal país, com 61% do consumo total online.

     

    Fonte: oglobo.globo.com (http://migre.me/5KM9E)

     

  • Ações de Marketing motivam buscas na internet, diz pesquisa

    24

    Ago
    24/08/2011 às 09h20

    laptop
    Estudo do Google e da iProspect traçou perfil do internauta brasileiro

    Um total de 79% dos internautas brasileiros realiza buscas na internet a partir de ações de Marketing e Publicidade offline. A informação é do estudo do Google e da iProspect Brasil, que verificou o comportamento de pesquisa dos consumidores na web. O levantamento ouviu duas mil pessoas entre 14 e 45 anos, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba, Brasília, Ribeirão Preto, Presidente Prudente, São José dos Campos e São José do Rio Preto. Segundo o estudo, 85% dos entrevistados realizam buscas na internet diariamente.

    O impacto das ações offline influencia mais os consumidores do que o boca a boca/indicação (53%), anúncios em TV (51%) e em revistas e jornais (35%). Entre as informações mais procuradas estão descontos especiais (40%) e sites de produtos ou serviços (33%). Quase metade dos internautas (47%) procura pelo nome do produto ou serviço oferecido, 30%, sobre a empresa e 7% buscam o slogan do anúncio. Em 75% dos casos, os sites de buscas atendem as necessidades dos consumidores. Os resultados do estudo permitem que as companhias conheçam melhor o perfil do internauta brasileiro e elaborem estratégias mais assertivas, que integrem ações online e offline.

    Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/

     

  • Número de sites de empresas para celular cresce 44%, diz pesquisa

    16

    Ago
    16/08/2011 às 10h19

    smartphone
    Estudo da consultoria Mowa aponta que 17% das 500 maiores companhias do País possuem site adaptado para acesso móvel

    As empresas brasileiras estão despertando para as oportunidades oferecidas pelo uso de celulares e tablets. O número de empresas que disponibiliza uma versão para smartphone de seu site cresceu 44% entre 2010 e 2011 e atingiu 17% das 500 maiores companhias brasileiras, de acordo com uma pesquisa da consultoria Mowa, especializada em tecnologia.

    Além da versão para celular do site corporativo, o estudo também avaliou se as grandes empresas brasileiras utilizam as mensagens de texto (SMS) para se comunicar e se oferecem aplicativos para o celular. A conclusão foi que apenas 7,5% delas utilizam as três ferramentas de mobilidade.

    “As empresas estão perdendo uma chance de relacionamento com seus clientes. Hoje, pessoas de todas as classes sociais têm celular no Brasil”, afirma o vice-presidente da tecnologia da Mowa, Guilherme Santa Rosa.

    Desde o fim do ano passado, o número de celulares no Brasil supera a população do País. Ao todo, existem 215 milhões de aparelhos habilitados, segundo dados de maio da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

    A tendência é que as empresas despertem rapidamente para o uso de ferramentas de mobilidade no processo de fidelização de clientes. “É um processo parecido do que ocorreu com o crescimento da internet. No começo, poucas tinham sites corporativos e hoje a adesão é de quase 100%”, diz Santa Rosa.

    Os pioneiros nesse processo costumam ser os bancos, além do próprio setor de telecomunicação. Os índices de utilização da mobilidade no setor financeiro são acima da média das empresas: 30% oferecem aplicativos para smartphones e tablets e 35% têm site móvel.

    Para os bancos, a oferta de serviços e informações no celular do cliente pode desafogar os canais tradicionais de atendimento, como as agências e o SAC.

    Fonte: http://economia.ig.com.br/

    Imagem: jannoon028

  • Vendas na web para Dia dos Pais devem crescer 20%

    12

    Ago
    12/08/2011 às 14h40

    e-commerce
    O faturamento das empresas de comércio eletrônico deve crescer 20% para o Dia dos Pais, em relação ao mesmo período do ano passado, segundo a e-bit, consultoria de informações de comércio eletrônico.

    A previsão é de que as vendas por meio da internet entre os dias 31 de julho e 13 de agosto atinja R$ 625 milhões.

    A e-bit prevê que as categorias de eletrônicos (de grande e pequeno porte, como televisores, MP3 players e câmeras digitais), artigos de informática e acessórios automotivos puxem as vendas. O tíquete médio este ano deve fechar em torno de R$ 330,00, ante R$ 363,00 da mesma data do ano passado.

    foto: Danilo Rizzuti

    Fonte: http://economia.estadao.com.br/

     

  • Área de TI gera mais fusões e aquisições no primeiro semestre

    01

    Ago
    01/08/2011 às 11h25

    ti
    O setor de tecnologia da informação (TI) foi o segmento da economia em que se fez o maior número de transações entre empresas, como fusão e aquisição, no primeiro semestre de 2011. Neste mercado, foram realizadas 46 operações, uma além do resultado anotado nos primeiros seis meses do ano de 2010. Deste volume, 20 negociações envolveram empresas de capital nacional.

    No total de operações em todos os setores pesquisados, entre janeiro e junho, foi atingido o patamar recorde para um primeiro semestre: 379 transações no País, 8% a mais do que no mesmo período de 2010, quando aconteceram 351 operações, de acordo com os dados apurados pela "Pesquisa de Fusões e Aquisições" realizada pela empresa KPMG no Brasil.

    Entre as principais negociações estão as que ocorreram entre a companhia de serviços Tivit e a desenvolvedora de sistemas mLife; a fabricante de hardwareLenovo e a empresa de telecom NEC, além da aquisição da empresa de aplicativos de segurança McAfee por parte da fabricante de chipsIntel.

    O estudo também mostrou que foram realizadas na área de tecnologia da informação 13 transações internacionais entre companhias estrangeiras que impactaram suas operações no Brasil. Em terceiro lugar, foram registradas oito operações em que estrangeiras adquiriram brasileiras no País, três empresas brasileiras adquiriram estrangeiras no exterior, e duas corporações brasileiras adquiriram estrangeiras no Brasil.

    "As companhias estrangeiras voltaram de forma definitiva ao cenário de fusões e aquisições e estão apostando na aquisição de companhias brasileiras. Mesmo assim, as brasileiras estão ativas no mercado e promovendo negócios. A perspectiva para o ano, mantendo-se o ritmo do primeiro semestre, é de um novo recorde de operações, acima das 726 transações de 2010, quando foi estabelecida a marca", afirma Luís Motta, sócio da KPMG, no Brasil.

    Segundo Frank Meylan, sócio da área de Tecnologia e Desempenho da KPMG no Brasil, os negócios realizados pelas empresas de TI têm aumentado a cada ano, o que demonstra que o setor é um dos mais aquecidos, apesar de essas transações envolverem montantes menores. "São empresas que dependem basicamente de mão de obra especializada, não de muito capital", explica.

     

    Fonte: http://www.dci.com.br/

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